Seminário NEMES

12ª edição (jun 2017)

PARTICIPANTES

Andrei Venturini Martins
Carlos Alberto A. A. de Sousa
Fábio Mendia
Flávia Arielo
Gabriela Bal
Isadora G. Sinay
José Luiz Bueno
Maria Angélica Santana
Maria José Caldeira do Amaral
Mirella Giglio

ABERTURA

Palestra com o coordenador geral do grupo
Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé:
“Qual a relevância de se estudar religião no mundo contemporâneo?”






COMUNICAÇÕES

MESA 1

As espiritualidades de vida e sua importância na criação de um novo ethos na sociedade brasileira contemporânea
(Prof. Dr. Fábio Mendia)

O homem contemporâneo: as religiões e o problema do sentido da vida
(Profa. Dra. Maria Angélica Santana)

Psicologia e religião: a experiência de Deus e a Psique hoje
(Profa. Dra. Maria José Caldeira do Amaral)

MESA 2

Judaísmo na era Trump: Here I am (Jonathan Safran Foer) e O Complô contra a América (Philip Roth)
(Doutoranda Isadora G. Sinay)

Pode a religião nos conectar à beleza?
(Doutoranda Flávia Arielo)

MESA 3

Mircea Eliade e o Apocalipse de Coppola
(Mestranda Mirella Giglio)

A segunda dimensão do pensamento na obra de Benjamin Fondane e Léon Chestov
(Profa. Dra. Gabriela Bal)

O conflito entre Religião e Ciência visto no embate entre Existência e Metafísica: contribuições kierkegaardianas
(Prof. MS. Carlos Alberto A. A. de Sousa)

MESA 4

Resposta à questão “qual a relevância de se estudar religião no mundo contemporâneo?”
(Prof. Dr. Andrei Venturini Martins)

Qual a relevância de se estudar judaísmo no mundo contemporâneo?
(Prof. Dr. José Luiz Bueno)


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ORGANIZAÇÃO

Andréa Kogan
José Luiz Bueno
Maria Cristina Mariante Guarnieri

ARTE E DESIGN

Jussara Trindade de Almeida

REALIZAÇÃO

NEMES – Núcleo de Pesquisa em Mística e Santidade
Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências da Religião (PUC-SP)
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo


SOBRE O POSTER

A escultura que inspirou a ilustração do poster foi criada pelo artista e escultor espanhol Jaume Plensa (mais infos: site oficial, Artsy e Artnet). Faz parte de uma instalação permanente do artista – conhecida como “Tolerance” – inaugurada em 2011 no parque Buffalo Bayou em Houston (Texas, EUA), e criada para coincidir com a construção da ponte Rosemont, que oferece acesso a pedestres e ciclistas para cruzar o parque sem ter de atravessar o tráfego de automóveis das avenidas mais próximas.

O conjunto de esculturas é composto por sete figuras humanas, ajoelhadas sobre pedestais de granito de corte grosso, que representam os sete continentes. Sua estrutura de alumínio prateado consiste em padrões intrincados de símbolos alfabéticos, provenientes de diversas línguas ao redor do mundo, numa mistura de latim, hebraico, árabe, chinês, japonês, coreano, grego, hindi e cirílico. À noite, todas as esculturas são iluminadas a partir de dentro, criando uma bela constelação de faróis em forma humana.

Plensa – nascido em Barcelona, onde estudou arte na Escola de Llotja e na Escola Superior de Belles Arts de Sant Jordi – diz ter crescido “em uma floresta de livros” e vê as letras e outros símbolos gráficos como uma bela metáfora para os seres humanos. Para ele, quando comparamos, por exemplo, a letra ‘A’ com as letras ‘B’ ou ‘C’, ou com outros caracteres, eles obviamente parecem diferentes, mas “como é bonito quando você pode juntá-los e construir palavras”. E ao juntar palavras, construir textos. E aproximando textos, “construir cultura”.

Com esse trabalho, o artista procurou transmitir harmonia e unidade através de seus seres metálicos, compostos por símbolos que nos lembram a riqueza do pensamento e da criatividade humana. Sua inspiração vem da crença de que, apesar das muitas diferenças entre os seres humanos – diferenças essas que também nos tornam únicos – como religião ou linguagem, a maioria busca por coisas semelhantes durante a vida: amor, saúde, prosperidade, felicidade e sentido para viver.


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